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ANC recebeu milhões em troca de contratos públicos
ANC recebeu milhões em troca de contratos públicos

"Não só houve comunicação com os licitantes, a evidência de fluxos de dinheiro relativos à autarquia de Joanesburgo mostra que milhões de rands em doações que foram feitas, antes e depois de certos contratos serem celebrados”, refere a primeira parte do relatório sobre a corrupção durante a presidência de Jacob Zuma, entre 2009 e 2018, divulgado pela comissão judicial ‘Zondo’.


"Os ‘e-mails’ mostram que um mês antes da atribuição de um determinado contrato, o sr. Makhubo [na altura presidente da Câmara de Joanesburgo] solicitou à (empresa tecnológica) EOH um donativo para o ANC. Uma semana após a assinatura do contrato, o sr. Makhubo pediu outra doação. Digno de nota foram os 50 milhões de rands (2,7 milhões de euros) doados ao ANC para as eleições autárquicas de 2016”, lê-se no relatório.

"Os registos mostram uma série de pedidos de doações que coincidiram com a adjudicação de contratos”, refere a comissão de investigação sul-africana.

O juiz Raymond Zondo, que ouviu desde Agosto de 2018 mais de 300 testemunhos sobre corrupção pública generalizada no país, salientou que estes casos "ilustram o envolvimento de altos funcionários do governo (incluindo o ex-presidente e membros do executivo) em relacionamentos questionáveis, para dizer o mínimo”.

"A má conduta permeou as administrações das empresas públicas (SOES, na sigla em inglês) e também implicou altos funcionários administrativos”, referiu Zondo, salientando que "na maioria, senão em todos, desses casos, o padrão de abuso estendeu-se por vários estágios do ciclo de aquisições, evidenciando um relacionamento de corrupção embutido” no sistema público.

Nesta primeira parte do relatório, com mais de 800 páginas, o juiz sul-africano considerou ainda que as acções dos dirigentes do ANC governante "ilustram o uso da influência política para propósitos malignos, a nomeação de funcionários flexíveis para supervisionar a concessão indevida de propostas ou contratos, ‘bullying’ ou substituição de funcionários que se opuseram a práticas irregulares, o desvio de dinheiro, como produto da corrupção, em benefício do ANC, o colapso da governação das SOES, falta de transparência, e o crescimento de uma cultura de impunidade” no país.

"É extremamente preocupante que as provas apresentadas na comissão estabeleçam uma relação entre a concessão corrupta de contratos públicos e o financiamento do partido político. Esse vínculo pode representar uma ameaça existencial à nossa democracia”, observou o juiz sul-africano.

"Vinte anos de frustração, que incluem uma década de captura do Estado, expuseram impiedosamente as falhas e fraquezas do sistema de compras públicas, falhas e fraquezas que foram exploradas por criminosos para infligir danos duradouros à economia sul-africana. A promessa de prestação de serviços tão fundamental para a melhoria da nossa sociedade não se concretizou”, salientou.

A comissão judicial ‘Zondo’ foi criada em Janeiro de 2018 na sequência de um relatório sobre corrupção intitulado "Captura do Estado”, da autoria da então procuradora-geral da República (PGR) Tuli Mandonsela, divulgado em Outubro de 2016.

O relatório teve por base uma investigação que Mandonsela conduziu sobre várias alegações de conduta imprópria por parte do então Presidente sul-africano Jacob Zuma, e da família Gupta, segundo a comissão ‘Zondo’.

Brasil aprova produção local de vacina da AstraZeneca
Brasil aprova produção local de vacina da AstraZeneca

No Brasil, os consumíveis que compõem o medicamento já eram importados e colocados nos frascos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que agora passa a realizar todo o processo de fabrico localmente, incluindo o desenvolvimento do IFA.


Num comunicado, a Anvisa frisou que autorizou a produção 100% brasileira do medicamento após avaliar os estudos de comparabilidade.

"Estes estudos demonstram que, ao ser fabricado no país, o insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada", destacou a agência reguladora.

Em Maio de 2021, a Anvisa já havia feito a Certificação de Boas Práticas de Fabricação do novo insumo, o que garante que a linha de produção cumpre com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do IFA. Desde então, a Fiocruz vinha a produzir lotes de teste para obter a autorização de uso do IFA nacional na vacina contra a Covid-19.

A decisão de hoje conclui a transferência de tecnologia feita pela Fiocruz e que teve início ainda no ano passado.

A vacina da AstraZeneca/Oxford está autorizada no Brasil desde 17 de Janeiro de 2021 e recebeu o registo definitivo em 12 de Março de 2021.

O Brasil é, junto com os Estados Unidos e a Índia, um dos países mais afectados pela pandemia do coronavírus, com 22,3 milhões de infectados e cerca de 620 mil mortes provocadas pela Covid-19.
FMF contrata firma de advogados brasileiros para liderar caso Luís Gonçalves
FMF contrata firma de advogados brasileiros para liderar caso Luís Gonçalves

A Federação Moçambicana de Futebol contratou uma firma de advogados brasileiros, para recorrer ao Tribunal Arbitral do Desporto ( TAD), sobre a decisão da FIFA em condenar a FMF a pagar uma indemnização de 24 milhões de meticais, a Luís Gonçalves.


A informação foi confirmada pelo vice-presidente da Administração das Finanças da FMF, Jorge Bambo, em declarações ao diário Notícias, da edição desta quinta-feira, 06 de Janeiro.

Segundo Bambo, citado pelo jornal em alusão, o organismo contratou uma firma de advogados brasileira para liderar o processo.

" Estamos a trabalhar com uma firma especializada neste tipo de litígios. Era preciso ir buscar especialistas e temos a convicção de que a situação vai se reverter a nosso favor. A condenação em primeira instância fica suspensa até a decisão sobre o recurso, portanto o processo está a correr na FIFA e aguardamos por uma decisão" revelou o dirigente.

Sobre despedimento do ex treinador dos "Mambas", Luís Gonçalves, além de ter falhado a qualificação ao CAN-2021, o mau relacionamento entre o treinador e a direcção ditaram a queda do técnico português no comando técnico da selecção nacional, referiu Jorge Bambo.

O treinador português, junto com seu assistente, Tiago Capaz, submeteram uma queixa à FIFA alegando que foram despedidos ilegalmente em Março de 2021, quando os contratos eram válidos até Novembro do ano em curso.
Fonte: Cartamz
Niassa: Autoridades apelam à solidariedade com deslocados
Niassa: Autoridades apelam à solidariedade com deslocados

Há um mês, homens armados espalharam o terror, mataram, queimaram casas e sequestraram residentes em várias localidades do distrito de Mecula, na província do Niassa.


Mais de mil famílias foram forçadas a abandonar os seus lares e a procurar abrigo em locais sem qualquer segurança, impedidas de ganharem o seu sustento. Agora, pretende-se que sejam reassentados na localidade de Macassangir, no distrito de Chimbonila.

No total, quase 4.000 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, fugiram de Naulala um e Naulala dois, Macalange, Licengue e Temene. Estão atualmente acampadas na sede do distrito de Mecula.

Niassa conta com ajuda da população
Segundo o secretário de Estado da província de Niassa, Dinis Vilanculo, a ajuda de todos é necessária.

"Apelo à população de Niassa e aos nossos parceiros de cooperação para continuarmos com o movimento de solidariedade", afirmou.

O governador quer mobilizar recursos, especialmente víveres para assegurar a alimentação dos deslocados. "Nós devíamos comparticipar porque eles ficaram sem nada, viram as suas habitações a serem incendiadas", explica.

Além de comida, são também necessárias roupas, enxadas e catanas, diz Vilanculo.

Segundo o secretário de Estado, as famílias vão ser reassentadas em breve. O plano é mover os deslocados da sede de Mecula para Macassangir: "No distrito de Chimbonila já foi identificada uma zona de reassentamento, ondem decorrem ações de preparação para o acolhimento dos nossos deslocados,"

Número de deslocados excede registos
Ainda assim, o administrador do distrito de Mecula aponta problemas. António Joaquim afirma que tem sob a sua gestão 1.192 famílias - 3.803 pessoas - mas admite que o número de famílias deslocadas devido aos ataques terroristas pode ser superior ao registado no centro de acolhimento.

O responsável garante que está a ser disponibilizado "o básico" para as pessoas sobreviverem: "temos farinha, arroz, feijão, ninguém passa o dia sem refeição". Confia também no trabalho das forças de segurança, para manter a segurança no distrito. "Neste momento, reina uma tranquilidade devido ao trabalho dos oficiais".

Apesar dos planos para reassentamento, há quem tema abandonar o distrito onde nasceu, como é o caso de Mateus Lino.

"Nós aqui, crescemos e fizemos as nossas famílias, machambas. Mas vamos fazer o quê, se ficarmos podemos morrer ou ser feridos, mais vale irmos para lá", afirma. "Mas queremos um lugar para fazermos as nossas machambas".
Fonte: DW
Bancos comerciais facturaram 11 biliões de Meticais em 2021
Bancos comerciais facturaram 11 biliões de Meticais em 2021

No primeiro semestre de 2021, o sector bancário continuou a registar lucros, apesar dos efeitos da segunda vaga da pandemia da Covid-19 e da instabilidade militar nas zonas Centro e Norte do país, na medida em que os lucros do exercício aumentaram em 3 biliões (ou mil milhões) de Meticais, fixando-se em 11.2 biliões de meticais, em Junho de 2021.


Publicado há dias, um relatório semestral do Banco de Moçambique explica que esta variação é justificada pelo incremento das comissões líquidas em 1.7 bilião de Meticais (correspondente a 33,22%), dos resultados de operações financeiras em 683 milhões de meticais (19,23%), e da margem financeira em 2.9 biliões de meticais (12,31%).

Para além dos lucros, o documento, intitulado “Boletim de Estabilidade Financeira” do Banco Central, refere que o desempenho dos bancos foi também notório na melhoria ligeira da qualidade dos activos, comparativamente ao período homólogo de 2020.

Em Junho último, o activo total do sector bancário moçambicano ascendeu a 797.9 biliões de Meticais, representando um crescimento de 1,48% e 11,43%, em relação a Dezembro e Junho de 2020, respectivamente.

“Os três bancos sistemicamente importantes, designadamente, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o Banco Internacional de Moçambique (BIM) e o Standard Bank concentravam 69,27%, 64,81% e 57,36% da totalidade dos depósitos, activos e créditos do sector bancário, respectivamente”, sublinha o documento.

O relatório do Banco de Moçambique detalha que, do activo total, os depósitos continuaram, no período em análise, a representar a principal fonte de financiamento do sector bancário, com um peso de 97,72% do total das fontes de financiamento, tendo as restantes fontes de recursos mantido um peso residual.

No que respeita à estrutura dos depósitos, a fonte refere que 63,74% correspondem aos depósitos à ordem, sendo o remanescente equivalente à componente a prazo (35,04%) e outros depósitos (1,22%).

Por fim, o documento explica que tanto os depósitos à ordem como a prazo registaram aumentos equivalentes a 15,50% e 7,39%, respectivamente, quando comparados com o período homólogo de 2020, contribuindo, desta forma, para o contínuo reforço dos fluxos de financiamento do sector bancário.
Fonte: Cartamz
St. Nelly-Sade 'Rap Up 2021': nova música Uganda
St. Nelly-Sade 'Rap Up 2021': nova música Uganda

O famoso rapper de fluxo Luga de Uganda, Saint Nelly-Sade, lançou sua jam anual 'Rap Up 2021'; reunindo todos os principais eventos que ocorreram no país no ano passado.


A música começa com algumas das hilárias narrações que circularam na mídia, incluindo o famoso jargão 'Kati Tusimbudde' de Bobi Wine que se tornou viral online.

Alguns dos eventos que ele destaca incluem; as eleições presidenciais gerais que vieram com uma montanha-russa de emoções como o desligamento da internet, o drama do centro de contagem, a prisão de Bobi Wine, o navio americano viral, o carro à prova de balas de Bobi Wine, a viagem dos artistas a Gulu, o smoothie do Café Javas com um rato, segunda onda de COVID, prisão de jornalistas por OS, senhoras afegãs, tiroteio de Katatumba e 100K de Nabanja, entre outros.

Assim como a maioria de seus 'Rap Ups', a hilária canção de 8 minutos foi produzida por Yung Jey Basalesale.

Nelly-Sade começou sua carreira fazendo rap em inglês antes de mudar para o Luganda. Atualmente é um dos poucos artistas que tem tentado promover o rap em línguas indígenas.

Nos últimos seis anos, St Nelly-Sade tem feito canções anuais que têm sido bem recebidas pelos fãs graças à sua habilidade poética. Eles são sempre uma coleção de tendências virais, piadas e notícias que surgiram no ano anterior.
LOURENÇO FERREIRA BULHA ENTREGA QUATRO NOVAS AMBULÂNCIAS
LOURENÇO FERREIRA BULHA ENTREGA QUATRO NOVAS AMBULÂNCIAS

LOURENÇO FERREIRA BULHA ENTREGA QUATRO NOVAS AMBULÂNCIAS

No âmbito do cumprimento do Programa Quinquenal do Conselho Executivo Provincial de Sofala, por acesso aos cuidados primários de saúde, Lourenço Ferreira Bulha, Governador de Província de Sofala procedeu no distrito de Gorongosa esta quinta-feira (6), a entrega de 4 novas ambulâncias a igual número de distritos.
Trata-se dos distritos de Gorongosa, Caia, Marínguè e Machanga, que beneficiaram dos meios circulantes que custou ao estado, um valor global de 10.513.576,60 Meticais, num custo unitário de cada ambulância de 2.628.394,15 Meticais.
Bulha apelou na ocasião aos beneficiários destes meios circulantes, para fazerem o uso racional, observando a componente de manutenção por forma a assegurar a sua durabilidade.
Referir, com os meios circulantes pretendem-se imprimir uma nova dinâmica, maior rigor no acompanhamento das actividades hospitalares, de modo a garantir, a flexibilidade dos serviços de atendimento e dar resposta aos demais desafios que se impõem ao Sector de Saúde junto as comunidades, contribuindo para a redução da mortalidade.
Fonte: Conselho Executivo Provincial de Sofala
FIFA condena Federação Moçambicana a indemnizar ex-selecionador Luís Gonçalves
FIFA condena Federação Moçambicana a indemnizar ex-selecionador Luís Gonçalves

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) condenou a Federação Moçambicana (FMF) a pagar 374 mil dólares (331 mil euros) ao ex-selecionador de Moçambique, o português Luís Gonçalves, afastado em novembro do comando técnico dos 'mambas'.


A decisão da FIFA, que foi tomada em novembro do ano passado, está a ser avaliada pelo gabinete jurídico da FMF, disse fonte da entidade, citada ontem pelo diário Notícias.

O principal diário moçambicano referiu ainda que o antigo assistente de Luís Gonçalves, o português Tiago Capaz, deverá também receber uma indemnização de 100 mil dólares (89 mil euros).

Os dois técnicos alegaram, junto da FIFA, terem sido “mal demitidos” e que deviam ficar até ao fim do seu contrato, que estava previsto para 30 de novembro de 2022.

A agência Lusa tentou obter uma reação do secretariado da FMF, que prometeu um pronunciamento “logo que for oportuno”.

A FMF anunciou em 31 de março do ano passado o despedimento do selecionador devido ao "incumprimento de alguns objetivos colocados, que passavam, principalmente, pela qualificação para a Taça das Nações Africanas Camarões2021".

O fim do vínculo abrangeu toda a equipa técnica dirigida por Luís Gonçalves, nomeadamente Tiago Capaz, João Pereira, Nasser Carimo, Florêncio Tembe e Manuel Valoi.

Luís Gonçalves assumiu o comando dos ‘mambas' em agosto de 2017, substituindo o antigo internacional português Abel Xavier.

Gonçalves tinha sido adjunto de Abel Xavier quando este treinava a seleção moçambicana, tendo depois ido orientar a seleção sub-17 da China.

Na altura, a edição de 2021 da CAN foi adiada, devendo decorrer entre 15 de janeiro e 28 de fevereiro deste ano.
Fonte: Cartamz
Juiz de Matutuíne Acácio Mitilage expulso por desvio de fundos
Juiz de Matutuíne Acácio Mitilage expulso por desvio de fundos

A magistratura Judicial expulsou o Juiz de Matutuíne por desvio de fundos e remeteu o caso ao Ministério Público. Esta é a terceira vez que um Juiz acusado de desvio de fundos será presente ao Colectivo de Juízes para o seu julgamento. 


Trata-se de Acácio José Mitilage, Juiz de Direito C, afecto ao Tribunal Judicial do Distrito de Matutuíne, na Província de Maputo, que foi expulso da Magistratura Judicial, acusado de ter desviado fundos do Tribunal para o uso próprio no valor de 3.722.809,00 Meticais. Esta informação consta na síntese das deliberações da IIIª Sessão Ordinária do Plenário do Conselho Superior da Magistratura Judicial, realizada na Ponta D´Ouro, na Província de Maputo entre os dias 13 e 17 de Dezembro de 2021 .

De acordo com o documento, tudo começou em Janeiro de 2019, quando o Tribunal Judicial do Distrito de Matutuíne arrecadou 90.471,07 Mt para a delegação do Cofre e o Juiz, na altura, retirou o valor de 9.041,71 Mt, correspondente a 10% da compensação aos oficiais de Justiça, tendo sobrado 81.375,36 Mt. Deste valor, pagou aos Magistrados 49.488,00 Mt, tendo sobrado 31.907,36 Mt que deveriam ter sido encaminhados ao Cofre dos Tribunais, o que Mitilage não fez.

Refere o documento que o modus operandi do Juiz em causa ocorreu de Janeiro de 2019 a Agosto de 2020, até que uma auditoria interna detectou um rombo de 3.722.809,00Mt, cujos justificativos dos valores levantados da conta de depósito obrigatório, no total de 2.021.802,00 Mt, Acácio José Mitilage não conseguiu apresentar.

Segundo o CSMJ, Acácio José Mitilage está expulso, nos termos dos artigos 64, nº 1, alínea i), 73, 82, 90, 91 e 94, todos do Estatuto dos Magistrados Judiciais, aprovado pela Lei nº 7/2009, de 11 de Março, conjugados com o artigo 100, nº 3 do EGFAE, aplicável por remissão do artigo 147 do EMJ. O CSMJ decidiu extrair as fotocópias dos autos e remeteu ao Ministério Público, por haver indícios do cometimento de infracções de natureza criminal pelo arguido.
Fonte: Cartamz
Nyusi felicita Vladimir Putin por ocasião do Natal e ano novo
Nyusi felicita Vladimir Putin por ocasião do Natal e ano novo

O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou uma mensagem de felicitação ao Presidente russo, Vladimir Putin, por ocasião do Natal e ano novo, que, na tradição daquele país, se celebram nos dias 07 e 14 de Janeiro, respectivamente.


“Aproveito esta ocasião festiva para felicitar Vossa Excelência pela sólida liderança e dedicação, permitindo que, mesmo perante desafios de vária ordem, sobretudo a pandemia da COVID-19, conduzisse a Federação Russa ao alcance de importantes progressos que proporcionam o bem-estar ao seu povo”, refere o Chefe de Estado.

Filipe Nyusi considera, ainda, que a “perspicaz postura de estadista global elevou a Federação Russa para o patamar de um interveniente dinâmico e incontornável em matérias de paz, segurança e desenvolvimento internacionais, bem como em assuntos estratégicos da agenda global” e, por isso, agradece “pelo apoio multiforme e solidariedade que nos têm sido prestados face aos inúmeros desafios que enfrentamos, principalmente os relacionados com a resposta à pandemia da COVID-19; ao impacto das mudanças climáticas e nos esforços de consolidação da paz e desenvolvimento, incluindo o investimento privado”.

Na carta, Nyusi reitera o compromisso do seu Governo de continuar a cooperar com a Rússia, “em prol do reforço dos excelentes e históricos laços de amizade, solidariedade e cooperação estratégica para o progresso e bem-estar dos nossos dois países e povos”.

Após a revolução de Outubro de 1917, a Rússia adoptou um calendário gregoriano. Não obstante, a igreja ortodoxa russa negou-se a abandonar o calendário juliano que usavam até ao momento. Neste calendário, existe um atraso de 13 dias em relação ao gregoriano e as festas de Natal comemoram-se, assim, um pouco mais tarde. Ou seja, o dia de Natal comemora-se a 7 de Janeiro.
Fonte: O Pais
Julgamento das “dívidas ocultas”: Produção de prova retoma no dia 17 de Janeiro
Julgamento das “dívidas ocultas”: Produção de prova retoma no dia 17 de Janeiro

Depois de ter sido suspenso no passado dia 14 de Dezembro, devido à notificação de casos positivos da Covid-19, retoma no próximo dia 17 de Janeiro o julgamento daquele que é o maior escândalo de corrupção do país. Inicialmente, o processo de produção da prova seria retomado a 06 de Janeiro, mas depois foi remarcado para dia 17.


De acordo com o comunicado divulgado no passado dia 27 de Dezembro de 2021, pelo Tribunal Judicial da cidade de Maputo, o julgamento está virado à audição dos 33 declarantes em falta.

O julgamento retoma com as audições do réu Zulficar Aly e do declarante Imran Issa que serão ouvidos novamente.

Entretanto, entre os nomes das pessoas que serão ouvidas, o destaque vai para o antigo Presidente da República, Armando Emílio Guebuza, que se mantém na lista como último declarante, com audição marcada para o dia 17 de Fevereiro do corrente ano.

Entre os membros do Governo de Guebuza que também estão na lista, figuram o antigo ministro das Pescas, Victor Borges, e o antigo ministro do Interior, Alberto Mondlane, que serão ouvidos nos dias 8 e 10 de Fevereiro, respectivamente.

Além dos antigos dirigentes, será ouvido, no próximo dia 18 de Janeiro, o advogado Alexandre Chivale, que no decurso do julgamento passou a declarante, por ter ocupado cargos de gestão nas empresas do seu antigo constituinte António Carlos do Rosário, o que fez com que a Procuradoria Geral da República (PGR) concluísse que Chivale tem informação relevante para o processo. 

O documento do Tribunal Judicial da cidade de Maputo, sobre o processo de querela 2018/2019-C, avança que a ordem de produção da prova poderá ser alterada, sempre que se mostrar necessário.

Recorde-se que o julgamento das "dívidas ocultas" começou a 23 de Agosto de 2021. O caso envolve 19 pessoas, suspeitas de terem delapidado o Estado moçambicano em 2,7 mil milhões de dólares (cerca de 2,3 mil milhões de euros), obtidos junto de bancos internacionais sem a autorização do Parlamento. Entre os arguidos, incluem-se Armando Ndambi Guebuza, filho mais velho do antigo chefe de Estado Armando Guebuza, e o ex-director-geral da "secreta moçambicana", Gregório Leão.

Eis a seguir o calendário completo das audições:

Dia 17 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Zulficar Ali Esmail Ahmad

14:00 Horas – Interrogatório do declarante Osman Mahomed

16:00 Horas – Audição do declarante Imran Ahmad Adam Issa

Dia 18 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Hafiz Muhammad Tarik Wahaj

12:00 Horas – Audição do declarante Alexandre Argito Menato Chivale

Dia 20 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Nordin Issufo Amade Aboo Bacar

14:00 Horas – Audição do declarante Taiob da Silva Cadangue

Dia 21 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição da declarante Italma Ariane Costa Simões Pereira

14:00 Horas – Audição do declarante Fernando Jorge de Carvalho Pacheco Pereira

Dia 24 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Miguel António Guimarães Alberty

14:00 Horas – Audição do declarante Márcio Dinis Morais Ferreira

Dia 25 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante João Manuel da Silva Ferreira

12:00 Horas – Audição da declarante Glória Laurinda Simione

15:00 Horas – Audição do declarante Alexandre Miguel Regado Ferreira

Dia 27 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição da declarante Elcy Cebyl Tholecy Venichand

14:00 Horas – Audição do declarante Leopoldo Dinis Buque

Dia 28 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Caice Merana Duarte Salé

14:00 Horas – Audição do declarante Eugénio Albertina Mapanzene

Dia 31 de Janeiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Carlos Pedro Malate

14:00 Horas – Audição do declarante Eduardo Teodoro França Magaia

Dia 01 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição da declarante Carolina da Piedade Alexandre dos Reis

14:00 Horas – Audição do declarante Naldo Adercio Jossias Manjate

Dia 04 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Tomás Mabjaia

14:00 Horas – Audição do declarante Gilberto da Conceição Mabjaia

16:00 Horas – Audição do declarante Salomão Mabjaia

Dia 07 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Nuno Simião Sofar 

14:00 Horas – Audição do declarante Fanuel Samuel Paunde

Dia 08 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Victor Manuel Borges

14:00 Horas – Audição do declarante Filipe Eugénio Silvestre Januário

Dia 10 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Alberto Ricardo Mondlane

Dia 11 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição de Sua Excelência Adriano Afonso Maleiane, Ministro da Economia e Finanças

Dia 14 de Fevereiro de 2022

09:00 Horas – Audição do declarante Mahomed Zouaoui Fekih

Dia 17 de Fevereiro de 2022

Audição de Sua Excelência Antigo Presidente da República Armando Emílio Guebuza.
Fonte: Cartamz
Troca de corpos na morgue do Hospital Central da Beira (HCB) gerou, nesta quinta-feira, desgaste de familiares de uma idosa
Morgue do HCB regista terceiro caso de troca de corpos em menos de 12 meses
Fonte: R7

Troca de corpos na morgue do Hospital Central da Beira (HCB) gerou, na quinta-feira, desgaste de familiares de uma idosa, que tiveram que adiar a cerimónia fúnebre. Estes queixam-se de desorganização dos gestores locais.


Não é a primeira vez em que a morgue do Hospital Central da Beira regista troca de corpos. Na quarta-feira, o infortúnio abalou familiares de uma idosa cujo corpo caiu nas mãos de uma outra família.

A situação desgastou os parentes da malograda, uma vez que já estavam prestes a realizar a respectiva cerimónia fúnebre. Quando foram à morgue e quando menos esperavam, souberam que o corpo do parente não estava no local.

“Dizem que houve uma falha ao entregar o corpo a uma das famílias que também esteve aqui presente, para seguir à realização do funeral”, disse Filipe Maurício, parente da malograda.

Entre dor e desilusão, Maria de Sousa procurou saber do paradeiro do corpo da sua familiar, mas não encontrava resposta.

“Tramitamos toda a documentação fúnebre, mas disseram-nos que o corpo não está aqui. Para onde foi o corpo, para onde foi?”, questionava Maria de Sousa, em desespero.

E não era para menos. Os familiares queixaram-se de desorganização na morgue do Hospital Central da Beira e pediram responsabilização pelos danos.

“Não irei para casa sem o corpo da minha avó. Queremos justiça”, clamou Isabel Tonela.

Luiz Augusto é viúvo da malograda e não esconde a sua indignação pelo incidente e confessou que a situação atiçou ainda mais a sua dor.

“Quando chegamos à morgue, abrimos aqui e acolá, mas, infelizmente, nunca encontrávamos o corpo da minha esposa e ninguém conseguia explicar o porquê”, desabafou Luiz Augusto.

O vereador da área de Urbanização e Equipamentos, Joaquim Manuel, reconheceu ter havido uma falha na entrega de corpos e garantiu que o Município da Beira vai responsabilizar-se pelo erro.

A família, que recebeu o corpo errado, recusou-se a prestar declarações. Entretanto, o “O País” sabe que é a terceira vez em que ocorre troca de corpos em menos de 12 meses na morgue do Hospital Central da Beira.
Fonte: O Pais

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