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Mr4 – Xaxito
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Sank Family – Eclécticos Vol.2 (EP)
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Edgar Tipo Não Caga – Não Se Emociona (feat. Menino Atrevido)
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Jandira Padre – Teu Beijo
A Coreia do Norte lançou, hoje, um segundo míssil balístico em menos de uma semana, segundo confirmou o exército da Coreia do Sul e do Japão.
Os recentes lançamentos de mísseis, pela Coreia do Norte, fazem parte de uma série de testes de armas no ano passado. De acordo com a Lusa, estas acções traduzem a forma como o país asiático continua a expandir as suas capacidades militares, durante um bloqueio pandémico auto-imposto e conversações nucleares estagnadas com os Estados Unidos.
Os chefes do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul disseram que, a Coreia do Norte, provavelmente disparou um único míssil balístico de uma área interior para o seu mar oriental, e que as forças armadas sul-coreanas e norte-americanas estavam a analisar o lançamento.
A Ministra do Interior, Arsénia Massingue, disse nesta segunda-feira que o desempenho do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) ainda está aquém das expectativas, tendo em conta o anseio dos cidadãos no rápido esclarecimento do crime, sobretudo, do crime violento.
O pronunciamento foi feito no âmbito da celebração do 5° aniversário do SERNIC, que se assinalou no domingo passado, sob o lema: "SERNIC, apostando na profissionalização dos quadros para uma investigação moderna e científica face ao crime organizado, com enfoque ao rapto, tráfico de droga e terrorismo".
Durante a cerimónia, Massingue desafiou o SERNIC a incrementar o nível do seu desempenho.
"É um incremento que auguramos que seja, não apenas quantitativo, mas, sobretudo, na qualidade do serviço. Incrementar o desempenho também implica melhorar a forma como atendem os cidadãos e se relacionam com as vítimas, com os denunciantes, com os arguidos e com todos aqueles a quem abordam durante o ciclo da investigação do crime e da instrução dos respectivos processos", disse Arsénia Massingue.
Na ocasião, ela disse ainda que o agente do SERNIC deve, em primeiro lugar, se preocupar em granjear a confiança de todos aqueles com quem se relaciona no seu trabalho. "Só assim poderá atrair a colaboração das comunidades e lograr esclarecer as novas formas de manifestação do crime, tendo em conta que, muitas vezes, as comunidades conhecem os criminosos e estas só terão o conforto de colaborar com o SERNIC se for estabelecida uma relação de confiança mútua", frisou a ministra Massingue.
Apontou, por outro lado, que para incrementar a confiança junto das comunidades em relação à actuação do SERNIC, é necessário adoptar medidas operativas tendentes a identificar os agentes prevaricadores no seio da corporação e aplicar as respectivas sanções disciplinares.
"Estamos cientes que situações criminais tais como os raptos, tráfico de drogas e o terrorismo obrigam-nos a repensar e adoptar novas e urgentes abordagens de resposta, devendo, por via disso, o SERNIC continuar atento e de forma ininterrupta a recolher e analisar devidamente as informações sobre a actividade criminal, ajustando a sua actuação contra o novo "modus operandi" da manifestação criminal, sobretudo o crime organizado", exortou a ministra do Interior.
Fonte: Cartamz
O Banco de Moçambique, na qualidade de fiscalizador do sistema financeiro nacional, está a percorrer palmo a palmo todos os operadores de micro-créditos que actuam no país para desvendar instituições fantasmas.
A lista de operadores de micro-créditos é longa. Ascende a 472. Mas num prazo de um mês, o Banco Central quer verificar se há, entre essas instituições, aquelas que “morreram” e se foram com 2021.
“O Banco de Moçambique, no âmbito das suas atribuições, comunica aos operadores de micro-créditos listados na tabela abaixo que, num prazo de 30 dias, contados a partir da data de publicação do presente comunicado (10 de Janeiro), irá decorrer a realização de prova de vida. Para o efeito, deve-se enviar o último relatório de actividades para o endereço electrónico (...), ou fisicamente para as filiais nas respectivas províncias”, informa o Banco Central em comunicado datado de 10 de Janeiro de 2021.
Dos 472 operadores de micro-créditos listados com os respectivos representantes, consta que 20 são da província de Cabo Delgado, sete do Niassa, 22 de Nampula, oito de Manica, 24 de Sofala, 20 de Tete, 16 da Zambézia, 40 de Inhambane, 31 de Gaza, e 284 da Província e Cidade de Maputo.
Por fim, o Banco de Moçambique apela aos operadores de micro-créditos a aderirem ao processo de realização de prova de vida, sob pena de cancelamento do registo para o exercício da actividade.
Fonte Cartamz
O criminalista Paulo Sousa duvida da posição da Polícia e diz existirem fortes indícios de ter havido troca de tiros entre os agentes e os alegados traficantes de drogas na zona da “Colômbia”. Já o advogado José Caldeira defende acções fortes do Estado para travar o tráfico de drogas naquela zona.
Ontem, a Polícia da República de Moçambique (PRM) veio a público desmentir a tese de que houve tiroteio na rusga efectuada, no último sábado, ao Bairro Militar, Cidade de Maputo. O criminalista Paulo Sousa desconfia e defende haver fortes indícios de troca de tiros e justifica.
“Há fortes indícios de ter havido tiroteio na Colômbia. No vídeo notamos que há disparos quase em simultâneo. Temos agentes da Polícia a efectuarem disparos directos, olhando para a altura do corpo humano. Há agentes que ficaram agachados, numa tentativa de imobilizar ou atingir um indivíduo. Pelo conhecimento que tenho, a Polícia só age daquela maneira quando há perigo iminente. Não vejo o porquê da Polícia efectuar disparos naquela posição sem que não houvesse pessoa armada do outro lado”, explicou
Sousa disse ainda que, mesmo sem experiência na área, as pessoas que fizeram as filmagens estiveram em posição privilegiada para notar a troca de tiros. “A questão que se coloca é. Qual seria o interesse da nossa Polícia em refutar isso”, questionou para depois responder. “Isso pode ser para não revelar a real perigosidade e a gravidade da situação. Uma equipa de balística pode aferir com maior precisão se houve ou não troca de tiros, mas se for tão verdade quanto parece nos vídeos, isso significa que estamos numa fase mais perigosa do tráfico de drogas naquela zona. Ou seja, os traficantes têm armas de fogo e podem se defender da acção da Polícia”, precisou.
Face a esse cenário, o advogado José Caldeira defende uma acção forte e urgente do Estado para travar o fenómeno naquela zona. “Esses fenómenos quando se deixam alastrar, quando não se tomam medidas atempadamente vão crescendo. O negócio de drogas é bastante lucrativo, envolve muito dinheiro, poder e muita influência. Tem que haver uma acção forte, decisiva e atempada, para evitar que cheguemos a situações que assistimos na américa latina, onde os traficantes afrontam exércitos”, disse para depois reiterar que Polícia tem ferramentas mais do que suficientes para intervir.
“Este é um tipo de crime, que mesmo em relação às buscas, as autoridades podem fazê-las no período nocturno, a lei já prevê isso. É, por isso, importante que se aplique a lei para que este tipo de situações não ocorram no centro da cidade capital”.
Para os especialistas houve má abordagem da Polícia naquela situação. “Não se faz uma rusga, a qualquer casa que seja com quatro ou cinco agentes da Polícia. Deveria haver uma brigada especializada para aquele tipo de situações. Da forma que agiram atentaram contra a vida das pessoas”, defendeu Paulo Sousa, uma visão que também foi sustentada pelo advogado José Caldeira.
“Pelo que vimos provavelmente quando chegou ao local não estava devidamente preparada para a situação. Sabendo da perigosidade da zona, a Polícia deveria ter se preparado melhor”.
A movimentação de drogas no Bairro Militar é antiga e a Polícia já tentou travar o fenómeno, sem no entanto lograr sucessos. O certo é que a zona é habitada por antigos militares, está próxima à terceira esquadra da Polícia e de um quartel militar. O bairro encontra-se ainda próximo a residências protocolares de membros do Governo e de algumas embaixadas, o que para os especialistas não faz sentido que seja uma zona de alguma insegurança.
Se houve ou não troca de tiros fica a dúvida. O certo é que houve afronta ao poder do Estado e a questão que fica é: o que vem a seguir?
Fonte: O Pais
A Ministra do Interior afirmou, ontem, que o Serviço Nacional de Investigação Criminal deve trazer respostas para várias irregularidades no país, com destaque para o terrorismo, raptos e o tráfico de drogas.
A investigação criminal no país apresenta enfrenta várias barreiras devido à ausência de condições técnicas, e o Governo afirma que está a buscar meios eficientes para um combate eficaz do crime organizado.
O terrorismo, os raptos e o tráfico de drogas no país continuam a ser uma pedra no sapato das autoridades. Por isso, a Ministra do Interior, Arsénia Massingue, defende a implementação de novas estratégias para acabar com o crime organizado e faz exigências.
“A prevenção e combate à criminalidade exige do SERNIC um quadro de pessoal devidamente instruído e treinado. Cabe ao Serviço Nacional de Investigação Criminal, enquanto instituição especializada e vocacionada para a investigação de crimes, trazer respostas contra os raptos, tráfico de drogas e o terrorismo” disse a Ministra do Interior, Arsénia Massingue.
De acordo com a governante, a corporação deve trabalhar mais para recuperar a confiança da população, mas para tal deve partir de um ponto.
“Para incrementar a confiança das comunidades em relação à actuação do SERNIC devem adoptar medidas operativas com vista a identificar os agentes prevaricadores no seio da corporação e aplicar sanções disciplinares. É altura de impermeabilizar as fileiras de Moçambique contra as atitudes que mancham a instituição”, acrescentou a Ministra
A Ministra do Interior falava na celebração do quinto aniversário do Serviço Nacional de Investigação Criminal. Na ocasião, a governante procedeu com a entrega de 30 viaturas para o reforço da capacidade institucional em termos de meios circulantes.
Fonte: O Pais
Pelo menos 1500 deslocados que no ano passado foram repatriados da Tanzânia abandonaram o centro transitório de Negomano, no distrito de Mueda, devido à falta de alimentos. Fontes explicaram que os deslocados estão alegadamente abandonados à sua sorte e enfrentam enormes dificuldades, sobretudo o acesso à alimentação e meios de subsistência para assegurar as suas vidas.
Ao deixar o centro de acolhimento provisório de Negomano, alguns deslocados regressaram às suas aldeias de origem no distrito de Nangade e outros dirigiram-se à vila de Palma, bem como aos centros de deslocados nos distritos de Metuge e Montepuez e Corane em Nampula.
O Centro de acolhimento provisório de Negomano recebeu pouco mais de quatro mil deslocados que fugiram dos ataques nos distritos de Mocímboa da Praia, Palma e Nangade, sendo que a maioria saiu de Palma no dia 24 de Março do ano passado.
Refira-se que as autoridades de Tanzânia repatriaram os moçambicanos, alegadamente porque Moçambique não tinha decretado o estado de guerra.
O repatriamento dos deslocados moçambicanos, por parte da Tanzânia, foi duramente criticado pela comunidade internacional, em particular a Organização Internacional das Migrações (OIM).
Fonte: Cartamz
Há cada vez mais focos de lixo e fraca recolha no Município da Matola, Província de Maputo. Se, por um lado, a população acusa o município de inércia, por outro lado, a edilidade aponta os operadores privados como os que propiciam a proliferação de resíduos sólidos.
Lixo, lixo e mais lixo é o que se pode ver em vários bairros do Município da Matola, uma situação que não só tira o sono, mas também o apetite de quem a vivencia.
A nossa equipa fez uma ronda pelas artérias da cidade e o lixo amontoado, seja ao lado de contentores, seja no chão, misturado com água, é um elemento em comum nos bairros.
Machava sede, Machava 15, Tchumene e Nkobe são alguns dos bairros que ostentam um cenário que preocupa os munícipes, que clamam por socorro a quem de direito.
Apesar da recolha diária do lixo por parte do Município, em pontos como o da Machava Sede, o lixo já salta dos contentores e mistura-se com água suja e mal cheirosa, fica impossível travar sequer uma conversa longa próximo, como contou Daniel Muianga, munícipe e vendedor nos arredores de onde situa-se a montanha.
“Está cheio de lixo aqui [no bairro] e demoram a remover. Aqui há moscas e por perto há restaurantes, barracas e outros estabelecimentos onde não costuma ser fácil estar”, contou Muianga.
O munícipe conta que a água que ali está estagnada não é da chuva e tudo indica que é contaminada.
“O cheiro daqui piora com esta água da empresa sabão brisa que, mesmo sem chover, drena água para esta rua, que hoje está intransitável”, concluiu a fonte, tendo reiterado o pedido ao município para a reabilitação da rua, que segundo eles era uma via rápida para as suas casas.
Bem no entroncamento do bairro Machava 15, que liga Nkobe, Matola Gare e Tchumene, encontramos mais um foco. Ali há uma espécie de bacia de retenção de água mal cheirosa, com capim alto e montões de lixo.
Os comerciantes, bem como os munícipes contam que há muito que não têm um contentor, onde depositar o lixo. A situação pode propiciar doenças, sobretudo porque os vendedores e as moscas estão no mesmo espaço.
“Nós vendemos assim mesmo. Não temos o que fazer, já que o município não quer remover o lixo”, desabafou uma vendedeira, que não quis se identificar.
Júlia Cuco, munícipe, reparte a culpa dos montes de lixo aos populares, que abandonam as lixeiras e deitam-no em locais impróprios. Para ela, “as pessoas também são culpadas por esta situação, mas o município também deve ser mais responsável e colocar aqui contentores e remover frequentemente o lixo”.
Num outro local, ainda no município da Matola, a população não só pede a remoção do lixo, mas também clama pela vedação daquele que é um espaço reservado pela edilidade para a construção de um mercado, mas há mais de cinco anos, nada acontece. O capim está alto, parte do muro de vedação tombou e a população usa o espaço como lixeira.
“Estamos cansados deste cenário. Aqui sofremos de lixo, mas também da praga de gafanhotos que invadem as nossas casas”, disse Rebeca Chambe, uma vizinha do local onde se deposita o lixo “aos montes”.
Deste local reclama-se da mata que, na calada da noite, pessoas de outros bairros deitam lixo, malfeitores se escondem para ferir ou roubar e répteis diversos se proliferam.
Não tardou e o município reagiu.
“Temos estado a enfrentar desafios no processo da remoção dos resíduos sólidos, mas temos feito todo o esforço para que ele aconteça”, assumiu Firmino Guambe – Porta-voz no Município da Matola.
Para responder às preocupações dos munícipes, a edilidade da Matola diz que tem contado com o apoio de alguns operadores privados. No entanto, alguns destes têm estado por detrás da proliferação de focos de lixo.
“Parte destes provedores são desonestos, pois no lugar de recolher os resíduos sólidos para o local preparado para o efeito, acabam depositando o lixo em pontos intermédios, ou seja, recolhem o lixo nos bairros e depositam em qualquer local”, disse o Porta-voz do Município da Matola.
Segundo Firmino Guambe, esta acção é do conhecimento da edilidade, que já busca formas de resolver, e uma das estratégias que se pretende adoptar é a eliminação das taxas cobradas aos privados nas lixeiras, pois em algum momento eles pautam por esta atitude para fugir das cobranças.
Sobre a existência de uma empresa que lança água para a via pública e o futuro mercado grossista da Matola que alberga répteis, Firmino Guambe diz que a edilidade conhece essa realidade e acções serão levadas a cabo para revertê-la.
Fonte: O Pais
